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Com que idade uma criança deveria ganhar um smartphone?

Argumentos principais

Antes dos dez anos, com restrições

  • Pro: Contato direto com os responsáveis
  • Pro: Prática orientada no uso da tecnologia
  • Pro: Acesso a ferramentas de aprendizagem
  • Con: Exige supervisão intensa de adultos
  • Con: Mais oportunidades de distração
  • Con: Dispositivos mais simples podem ser suficientes

Por volta dos dez aos doze anos

  • Pro: Apoio para se deslocar de forma independente
  • Pro: Mais facilidade para organizar atividades
  • Pro: Participação na comunicação com colegas
  • Con: Discernimento variável sobre privacidade
  • Con: Conflitos entre colegas se estendem ao ambiente online
  • Con: Alguns serviços restringem o acesso de usuários mais novos

Por volta dos treze aos quinze anos

  • Pro: Início mais tardio do acesso sem restrições
  • Pro: Apoio às responsabilidades da adolescência
  • Pro: Atendimento aos requisitos de idade de mais serviços online
  • Con: A idade não determina se a pessoa está preparada
  • Con: As necessidades de comunicação anteriores a essa idade permanecem
  • Con: Ainda pode haver prejuízos ao sono

Esperar até os dezesseis anos ou mais

  • Pro: Menor exposição precoce ao rastreamento
  • Pro: Menos gastos com smartphones durante a infância
  • Pro: Mais tempo para rotinas offline
  • Con: Menor acesso à organização de atividades por meios digitais
  • Con: Prática mais tardia no gerenciamento do uso do smartphone
  • Con: Formas alternativas de acesso podem enfraquecer as restrições

Basear a decisão de dar um smartphone no preparo individual

  • Pro: Considera as diferenças entre as crianças
  • Pro: Deixa as expectativas claras de antemão
  • Pro: Permite ampliar o acesso gradualmente
  • Con: É difícil avaliar o preparo
  • Con: Critérios flexíveis podem gerar conflitos
  • Con: A avaliação contínua exige tempo dos responsáveis

Opiniões da comunidade

Opinion by @curiousMe

Manter crianças e adolescentes com menos de 16 anos longe dos smartphones para limitar o vício em telas e preservar as brincadeiras e a curiosidade

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Sinceramente, acho que crianças e adolescentes com menos de 16 anos realmente não deveriam ter smartphones. Acho que, para mim, como mãe, já tive dois filhos que precisaram ter um smartphone por causa da escola, para acompanhar os grupos de WhatsApp. E, por mais que eu tente, sabe, por meio do Family Link e de tudo mais que posso fazer para afastá-los das redes sociais, é uma batalha muito difícil conseguir convencer qualquer criança a preferir brincar a ficar diante de uma tela. E é um vício. E foi para isso que os criaram. Então, minha preferência é mantê-los longe das telas e dos celulares pelo maior tempo possível. E minha filha, que agora tem nove anos, usa um celular básico. E isso já é suficiente. E é um desafio, porque os amigos dela estão ganhando smartphones. E será um desafio quando ela chegar, sabe, ao sétimo ano e voltar a lidar com as mesmas questões relacionadas ao WhatsApp. Mas, se você conseguir resistir, acho que, pelo bem do cérebro deles, pela importância de brincar e da curiosidade e, sabe, pelos valores fundamentais que tenho e que quero que meus filhos tenham no futuro, é muito importante dizer não aos celulares, assim como nos anos 90 dizíamos não às drogas.

Opinion by @naomi_altschuler

Um celular com mapas, mas sem redes sociais nem conteúdo impróprio, seria o meio-termo ideal.

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Oi, meu nome é Naomi. Fui a última pessoa da minha escola a ter um celular. Naquela época, os BlackBerrys eram os celulares da moda. E eu usei um celular de flip até os 26 anos, o que me rendeu alguns olhares estranhos no metrô. Sim, ter um smartphone facilita as coisas quando você está perdido e precisa chegar a algum lugar, mas essa não é a única questão a considerar. Quer dizer, depois de ter esperado tanto para ter um smartphone, às vezes eu gostaria de voltar a usar um celular de flip, mas é difícil voltar atrás depois que você se acostuma com ele. Um smartphone dá acesso a vídeos, pornografia e todo tipo de coisa, e há um limite para o quanto os pais conseguem proteger os filhos. Acho que, se houvesse uma forma de ter um celular sem acesso ao YouTube, a sites ilícitos, ao Facebook ou a coisas do tipo, mas que servisse para usar mapas e viajar, esse seria o meio-termo perfeito.

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Com que idade uma criança deveria ganhar um smartphone?

DISCUSSÃO

2 vozes humanas · Público · há 1 semana

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